Dia Mundial da Grande Invocação

Dia Mundial de Invocação

Dia 2 de Junho de 2015 – Lua Cheia de Junho

Cada ano, no Dia Mundial de Invocação, um número crescente de pessoas em todas as partes do mundo, de diferentes correntes religiosas e espirituais, reúnem-se por meio do pensamento, da oração e da meditação, utilizando a Grande Invocação como um ato de serviço mundial.

Trabalhando juntos como grupo planetário invocam a luz, o amor e a direção espiritual que a humanidade de hoje necessita, tão desesperadamente, na sua luta para construir um mundo de unidade e de boa vontade.

Dia Mundial de Invocação

Cada ano, no Dia Mundial de Invocação, um número crescente de pessoas em todas as partes do mundo, de diferentes correntes religiosas e espirituais, reúnem-se por meio do pensamento, da oração e da meditação, utilizando a Grande Invocação como um ato de serviço mundial.

Trabalhando juntos como grupo planetário invocam a luz, o amor e a direção espiritual que a humanidade de hoje necessita, tão desesperadamente, na sua luta para construir um mundo de unidade e de boa vontade.

Você está convidado a se unir a este acontecimento mundial utilizando a Grande Invocação e compartilhando esta informação.

A GRANDE INVOCAÇÃO

Do ponto de Luz na Mente de Deus
Flua luz às mentes dos homens.
Que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus
Flua amor aos corações dos homens.
Que o Cristo volte à Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens –
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens
Cumpra-se o Plano de Amor e Luz.
E que ele vede a porta onde mora o mal.

Que a Luz o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

Um Convite a Homens e Mulheres de Boa Vontade

Este é um período de preparação que estamos atravessando não apenas para uma nova civilização, mas também para a chegada de uma nova distribuição espiritual.

A humanidade não segue o caminho da casualidade. Há no cosmo um Plano divino do qual fazemos parte. Os recursos humanos e as atuais instituições, no final desta era, parecem inadequados para fazer frente às necessidades e problemas do mundo. Diante desta situação, a chegada de um Mestre, um líder espiritual ou de um Avatar, é esperado ou invocado pela maioria da humanidade em todas as partes do mundo.

A invocação de milhões de pessoas alcança seu ponto culminante, cada ano, no momento dos três Festivais Espirituais: o grande Festival da Páscoa no Ocidente, seguido um mês mais tarde pelo Festival de Wesak no Oriente (o Festival do Buda), culminando no mês seguinte com o Dia Mundial da Invocação que acontece durante o Festival do Cristo, trazendo-nos as notas-chave do amor e do humanismo.

O Dia Mundial de Invocação tem três aspectos principais:

Primeiro – O uso da Grande Invocação, a oração mundial que expressa as principais verdades de todas as grandes religiões.

Segundo – A cooperação espiritual dos homens e mulheres de boa vontade de todas as crenças religiosas, unidas num ato de comum invocação à divindade.

Terceiro – A distribuição, na consciência humana, das energias espirituais evocadas durante os Festivais da Páscoa e de Wesak.

O reaparecimento do Mestre Mundial, O Cristo, é esperado hoje em dia por milhões de pessoas, não somente por aqueles de fé cristã, mas também por pessoas de qualquer fé religiosa que esperam o Avatar sob diferentes nomes: O Senhor Krishna, O Messias, O Iman Mahdi e O Bodhisattva.

A miragem e a deformação envolvem este fato central de resposta divina à necessidade humana. Isto é inevitável, embora irrelevante. A preparação dos homens e mulheres de boa vontade é necessária para introduzir na vida humana novos valores, novas normas de conduta, novas atitudes não separatistas e de cooperação, dirigindo-se para as corretas relações humanas e para um mundo em paz. A vinda do Mestre Mundial se ocupará não dos erros do passado, mas dos requisitos para uma nova ordem mundial e a reorganização da estrutura social.

O Dia Mundial de Invocação é celebrado utilizando a Grande Invocação e participando da difusão mundial deste evento. (fonte)

O USO E O SIGNIFICADO DA GRANDE INVOCAÇÃO

A beleza e a força desta Invocação jazem em sua simplicidade e em sua expressão de certas verdades centrais que todos os homens, inata e normalmente, aceitam – a verdade da existência de uma inteligência básica a Quem nós vagamente chamamos de Deus; a verdade que por trás de toda aparência exterior, o poder motivador do universo é o Amor; a verdade que uma grande Individualidade, chamada Cristo pelos cristãos, veio à terra e encarnou aquele amor de modo que o pudéssemos entender; a verdade que tanto o amor como a inteligência são efeitos do que é chamada a Vontade de Deus; e finalmente a verdade auto-evidente que somente através da humanidade mesma pode o Plano cumprir-se.

 

Toda esta Invocação se refere ao dominador e revelador reservatório de energia, à causa imediata de todos os acontecimentos na terra que indicam a emergência daquilo que é novo e melhor; esses acontecimentos demonstram a progressão da consciência em direção à luz maior.

O apelo invocativo habitual tem sido até agora egoísta em sua natureza e temporário em sua formulação. Os homens tem orado para si próprios; eles tem invocado a ajuda divina para os que amam; e dado uma interpretação material a suas necessidades básicas.

 

Esta invocação é uma oração mundial; ela não tem qualquer apelo pessoal, nem urgência invocativa temporal; ela expressa a necessidade da humanidade e mergulha em todas as dificuldades, dúvidas e questionamentos diretamente até a Mente e o Coração D’Aquele em Quem vivemos, nos movemos e temos o nosso ser – Aquele Que permanecerá conosco até o final do próprio tempo e “até que o último cansado peregrino tenha encontrado seu caminho de volta para casa”.

 

Do ponto de Luz na Mente de Deus,

flua Luz às mentes dos homens;

que a Luz desça à terra.

 

Nas primeiras três linhas temos a referência à Mente de Deus como um ponto focal para a luz divina. Isso se refere à alma de todas as coisas. O termo alma com seu principal atributo de esclarecimento inclui a alma humana e aquele ponto de consumação de luz que nós consideramos como a “ofuscante” alma da humanidade. Aquela alma traz luz e espalha iluminação. Ela é necessária sempre, para lembrar que a luz é energia ativa.

 

Quando nós invocamos a Mente de Deus e dizemos: “Flua luz às mentes dos homens, que a Luz desça à Terra”, nos estamos vocalizando uma das grandes necessidades da humanidade e, se a invocação e a prece significam realmente algo, a resposta é certa e segura. Quando encontramos presente em todas as pessoas, em todas as épocas, em cada era e em toda situação, a urgência em verbalizar um apreço ao Centro espiritual invisível, há uma segura certeza de que um centro existe. A Invocação é tão velha quanto a própria humanidade.

 

O Cristo nos disse que os homens “amam as trevas em vez da luz, porque seus atos são maus”. Contudo, uma das grandes belezas emergentes no tempo atual é que a luz está sendo lançada em cada lugar escuro, e nada há oculto que não venha a ser revelado. As pessoas reconhecem a presente trava e miséria e consequentemente saúdam a luz. A iluminação das mentes do homens, de modo a que eles possam ver as coisas como elas são, pode alcançar motivos corretos e o meio de alcançar corretas relações humanas é agora uma necessidade capital. Na luz que iluminação traz, veremos finalmente luz, e o dia virá em que milhares de filhos dos homens e incontáveis grupos serão capazes de dizer com Hermes e com o Cristo: “Eu sou (ou nós somos) a luz do mundo”.

 

Do ponto de Amor no Coração de Deus,

flua Amor aos corações dos homens;

que o Cristo volte à terra.

 

Nas três linhas seguintes, o Coração de Deus é envolvido e o ponto focal do amor considerado. Este “coração” do mundo manifestado é a Hierarquia espiritual – esse grande agente transmissor de amor para dotar de forma a manifestação divina.

 

O Amor é uma energia que deve alcançar os corações dos homens e fecundar a humanidade com a qualidade da compreensão amorosa, isso é o que é expresso quando o amor e a inteligência se expressam juntos.

 

Quando os discípulos estiverem agindo realmente em nome do Cristo, então virá o tempo em que Ele poderá novamente andar no meio dos homens de maneira pública; Ele poderá ser publicamente identificado e assim fazer Seu trabalho em níveis exteriores de vida assim como no interior. O Cristo disse ao se despedir de Seus discípulos: “Estou com vocês sempre, até o fim dos dias”.

 

Quando o Cristo vier, haverá um florescimento de grande atividade de Seu tipo de consciência entre os homens; Ele incutirá no mundo dos homens a potência e a energia distintiva do amor intuitivo. Os resultados da distribuição dessa energia de amor serão de duplo aspecto:

Primeiro, a energia ativa da compreensão-amorosa mobilizará uma tremenda reação contra a potência do ódio. Odiar, ser separativo e ser exclusivo virão a ser considerados como o pecado único, pois será reconhecido que todos os pecadores, tais como relacionados e agora considerados como erros, somente se desenvolvem a partir do ódio ou de seu produto, a consciência anti-social.

 

Em segundo lugar, homens e mulheres incontáveis em todos os países constituir-se-ão em grupos para a promoção da boa-vontade e apara a produção de corretas relações humanas. Tão grande será o seu número que, de uma minoria pequena e relativamente sem importância, chegarão a ser a maior e mais influente força no mundo.

 

Do Centro onde a Vontade de Deus é conhecida,

guie o Propósito as pequenas vontades dos homens;

o Propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

 

Nestas linhas encontramos uma prece em que a vontade humana possa ser ajustada de modo a ficar em conformidade com a vontade divina, mesmo que esta não seja compreendida. Há uma indicação nessas três linhas que a humanidade em si mesma não pode, por enquanto, alcançar o que seja o propósito da Vontade de Deus, aquele aspecto da vontade divina que procura imediata expressão da terra. Mas certamente, na medida em que o propósito da Vontade de Deus busca influir sobre a vontade humana, ela é expressa em termos humanos como boa-vontade, como determinação viva ou como uma intenção fixa de alcançar corretas relações humanas.

 

A vontade divina, tal com é essencialmente, permanece o grande mistério. O próprio Cristo lutou com o problema da vontade divina e dirigiu-Se ao Pai quando pela primeira vez Ele se conscientizou da extensão e da complexidade de Sua missão como salvador mundial. Ele então bradou alto: “Pai, não a minha vontade mas a Tua seja feita”. Essas palavras marcaram o abandono dos meios através dos quais Ele estivera tentando salvar a humanidade; isso Lhe indicava o que poderia àquela tempo, ter parecido um fracasso e que Sua missão não estava cumprida. Por dois mil anos Ele tem esperado para ver frutificar aquela missão. Ele não pode prosseguir com Sua missão sem uma ação recíproca da humanidade.

 

Essa Invocação é peculiar e, essencialmente, o Próprio Mantram do Cristo. Seu “som ecoou” para o mundo inteiro por intermédio da sua enunciação por Ele e através de seu uso pela Hierarquia espiritual. Agora suas palavras devem espalhar-se pelo mundo inteiro através de sua enunciação pelos homens em toda parte e seu significado deve ser expresso pelas massas no devido tempo. Então o Cristo poderá novamente “descer à terra” e “ver a obra de sua alma e ficar satisfeito”.

 

Do Centro a que chamamos Raça dos homens,

cumpra-se o plano de Amor e Luz;

e que ele cerre a porta onde mora o mal.

 

No quarto grupo de três linhas, tendo invocado os três aspectos ou potências da Mente, Amor e Vontade, temos a indicação da ancoragem de todos esses poderes na própria humanidade, no “centro a que chamamos raça dos homens”. Aqui, e somente aqui, podem todas as três qualidades divinas – em tempo e espaço – expressar-se e encontrar plena realização; aqui, e somente aqui, pode o amor verdadeiramente nascer, a inteligência corretamente funcionar e a Vontade de Deus demonstrar sua efetiva vontade-para-o-bem. Pela humanidade, só e sem ajuda (exceto pelo divino espírito em todo ser humano), pode a “porta onde habita o mal” ser selada.

 

Esta linha final da quarta estrofe talvez exija explicação. Esta é uma maneira simbólica de expressar a ideia de tornar os propósitos maus tanto inativos quanto ineficazes. Não há particular localização para o mal; no Livro das Revelações, o Novo Testamento fala do mal e da destruição do diabo e do tornar Satã impotente.

 

A “porta onde mora o mal” é mantida aberta pela humanidade através de seus desejos egoístas, seus ódios e separatividade, por sua ambição e suas barreiras raciais e nacionais, suas baixas ambições pessoais e seu amor pelo poder e crueldade. À medida que a boa-vontade e a luz fluírem nas mentes e corações humanos, essas más qualidades e essas energias dirigidas que mantém aberta a porta do mal dão lugar a uma ânsia por corretas relações humanas, a uma determinação para criar um mundo melhor e mais pacífico e a uma expressão mundial da vontade-para-o-bem.

 

À proporção que essas qualidades se superponham às velhas e indesejáveis, a porta onde mora o mal simbolicamente fechar-se-á lentamente através da mudança de rumo do peso da opinião pública e pelo correto desejo humano. Nada pode impedi-lo.

 

Assim o Plano original será restaurado na terra. Simultaneamente, a porta para o mundo da realidade espiritual abrir-se-á diante da humanidade e a porta onde mora o mal será fechada. Assim, através do “centro a que chamamos raça dos homens” o Plano de Amor e Luz opera e aplica o golpe de morte no mal, no egoísmo e na separatividade, selando-os na tumba da morte para sempre; assim também o propósito do Criador de todas as coisas será cumprido.

 

que a Luz, o Amor e o Poder

restabeleçam o Plano da terra.

 

Fica evidente que as três primeiras estrofes invocam, ou apelam para os três aspectos da vida divina que são universalmente reconhecidos: a mente de Deus, o amor de Deus e a vontade ou o propósito de Deus; a quarta indica a relação da humanidade com essas três energias de inteligência, amor e vontade e a profunda responsabilidade da humanidade de implementar a difusão do amor e luz na terra para restaurar o Plano. Este Plano convoca a humanidade para a expressão do Amor e desafia os homens para “deixarem sua luz brilhar”. Então vem a solicitação solene final para que este “Plano de Amor e Luz”, atuando através da humanidade, possa “murar a porta onde mora o mal”.

 

A linha final então contém a ideia da restauração, indicando a nota-chave para o futuro e que dia virá quando a ideia original de Deus e Sua intenção inicial não mais serão frustradas pelo mal e pelo livre-arbítrio humanos, pelo puro materialismo e egoísmo; o propósito divino será então, através dos corações e dos objetivos renovados da humanidade, alcançado.

 

(texto elaborado pela Fundação Cultural Avatar – Niterói – RJ – Brasil)

 

 Arquivo distribuído por:

Unidade de Serviço Buena Voluntad Rosario

www.sabiduriarcana.org  –  bvr@sabiduriarcana.org


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Um Comentário:

  1. Rafael simoes tavares

    Desejo a todos saude, sinceridade, paz, e prosperidade!!

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